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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Você não está sozinha.

Ela nunca tivera o apoio de seus pais. Sua vida sempre fora cercada de despedidas. Então ele aparece, em uma esquina. Um café derramado, um livro manchado, um sueter encharcado e olhares trocados. Isto fora o suficiente para ambos se atraírem. Ela não sabia o que a vida lhe esperava. Ela estava atordoada, chorou de raiva ao ver o rapaz, como e um manancial de lágrimas estivesse a espera de um pequeno motivo para ser rompido. Ele subtamente a abraçou. Eram 5:03 da madrugada. Cheirou o cabelo da garota, por Deus, como aquele cheiro o enfeitiçou! Ela precisava se acalmar. Ele decidiu a levar para um de seus lugares favoritos. Ele não sabia porque, mas precisava protegê-la.

- Quer fugir? - Questionou.
- Agora, por favor! - Concordou sem hesitar.

Ele segurou a mão da garota, e correndo foi sem rumo, pelas ruas vazias. Ela o acompanhou sem fôlego. Chegaram à um vilarejo abandonado. As casas altas, fortes, porém sem nenhum sinal de moradia. Eles adentraram um dos sobrados abertos, subiram as escadas e chegaram ao telhado. Ela escorregou, ele a segurou. Ela sorriu, e esse sorriso fez com que o mundo do rapaz parasse.

- Tudo bem? - Perguntou preocupado.
- Sem problemas.. - Respondeu tímida.

Depois de algum tempo, eles estavam deitados naquele telhado empoeirado. Em silêncio. Ela estava se sentindo totalmente bem, observando as estrelas e os primeiros pequenos raios de sol surgindo.

- Porque você chorou? - Ele perguntou.
- Tenho direito de ficar sem responder?
- Não... - A colocou contra a parede.
- Não preciso dar satisfações para um desconhecido.
- Te trago para meu lugar favorito, que é sagrado, e você me diz que sou um desconhecido?
- Não pedi para que me trouxesse aqui. - Respondeu, indiferente. Porém seu interior dizia que aquilo foi a melhor coisa que haviam feito por ela nos ultimos meses. - E isso não faz com que você deixe de ser um desconhecido! Por Deus, mal sei seu nome. Você nunca iria entender meus motivos. E tem mais...

Ela não conseguiu terminar a frase. O garoto simplesmente a beijou. Sem explicações, sem argumentos, sem porquês. A beijou. Fora o melhor beijo de ambos. A garota sentia vontade de continuar, mas sua razão gritava para que ela parasse. Ela o fez. Encerrou o beijo com um tapa na cara do rapaz.

- Qual é? - Disse ele, sem compreender.

Ela não se prestou a responder, apenas deu as costas à ele, correndo. Ele foi atrás da garota. Desceu as escadas, e se virou para ele, preparada para o adeus, que apesar de tudo, já estava acostumada, quando ele apenas, com os olhos marejados diz:

- Não quero te deixar sozinha. É tão difícil pra você?

"Gente, desculpem -me pelo tamanho do texto.. Acontece que fui escrevendo e não consegui resumir.. Espero que tenham gostado, beijos s2

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Eu quis..

lovestupid:  (via thaissepp) Hoje deu vontade de chorar e eu só queria um colo para encostar minha cabeça e fingir que o mundo lá fora não existe. Hoje eu queria um abraço daqueles que te sufoca de tão apertado e ao mesmo tempo te protege de tudo. Hoje eu só queria ouvir “eu liguei pra saber se você tá bem” pra sentir uma dor menos doída dentro do peito. Cansei de amar pela metade. Cansei de me sentir sozinha. Cansei de tanta mentira. Cansei dos dias iguais, da rotina. Cansei de mim e de me deixar sempre em última opção. Cansei de procurar meus amigos. Cansei de mentir pra mim, pra ver se dói menos. Cansei de me preocupar com quem não se preocupa comigo. Cansei de sofrer e de acordar indisposta, cansei de sentir o coração bater mais forte, com uma sensação de arrependimento, de erro. Cansei de tudo.

Eu quis te odiar. Eu quis evitar, é sério, eu quis. Eu não queria te ver passar e ter que conter essa vontade louca de te abraçar. Eu quis não gostar tanto do seu sorriso, e quis também esquecer o cheiro do seu cabelo. Eu quis esquecer seus olhos, e quis não te ver nunca mais. Eu quis, fingir nem te notar. Quis não me aproximar, eu quis não te machucar... Eu quis, mas não pude evitar!

domingo, 1 de agosto de 2010

Não quebre sua casa.

Você teria coragem de destruir sua casa?
Jogar gasolina em todas as partes e encendiá-la?
Pegar uma marreta, e parti-la em pedaços, sem deixar nenhum tijolinho inteiro.
Você seria capaz disso?
Então porque quebra meu coração?Esqueceu que mora nele?

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Insubstituível.

Be happy for this moment. This moment is your life!
Seja feliz nesse momento. Esse momento é sua vida.

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foto por: Gizelly Silveira
Eles não eram amigos. Bem.. Eles achavam que não eram amigos. Se desentendiam, não concordavam em nada, não tinham um hobby em comum. Eles não frequentavam os mesmos lugares, mas acabavam sempre se encontrando pelas ruas agitadas de São Paulo. Se esbarravam, e brigavam. Porém, tinham algo em comum: Sentiam uma atração incontrolável, que explodiam descutindo.
Um dia foi diferente: Ele estava chorando. Ela estava cantando. Ele estava olhando para o chão. Ela estava distraída demais para prestar atenção nas pessoas. Ele não a viu. Ela estava cantando wouldn't it be nice. Eles se chocaram e mais uma vez ela abrira a boca para lhe perguntar se ele não olha pra onde anda mas, as palavras pararam em sua garganta ao constatar as lágrimas nos olhos do rapaz.
Ela se aproximou. Ele apenas a abraçou. Uma onda de calor em atrito com gelo, como se a adrenalina de ambos corpos tivesse sido rompida, nenhum dos dois haviam sentido isso antes.
Ele a abraçava, e ela passava as mãos pelos cabelos do rapaz, carinhosamente.

Ela: O que houve, otário?
Ele: Minha vida está uma merda, meu pai morreu há oito dias, perdi meu emprego e brigo com a mulher que eu amo todos os dias.

Ela se calou. O silêncio não o deixava desconfortável.

Ela: Sinto muito... Mas creio que isso não sejam problemas impossíveis de serem resolvidos.
Ele: Você não sabe o que está dizendo! Eu te disse que meu pai morreu. Eu perdi meu emprego e não tenho mais ninguém!
Ela: E você acha que é único à passar por isso? E você acredita mesmo que é melhor ou merece pena das pessoas? Você acha que lamentando você vai ter as coisas?
Ele: Olha, que irônico. Eu conversando com a mulher que eu discuto todos os dias.
Ela: Não vai mais precisar descutir comigo, mongolão.
Ele: Porque? Eu.. até gosto. - Disse secando-lhe as lágrimas dos olhos.
Ela: Eu fui promovida. Vou ir morar e, Nova Iorque. - Contou ao rapaz. - Mas vai achar alguém pra me substituir, nessa vida louca de São Paulo, a cada dia encontramos alguém pra discutir.
Ele: Eu nunca vou achar ninguém pra te substituir, acho que vou ter de superar isso dessa vez.

domingo, 25 de julho de 2010

Seu sorriso, é meu.

Pablo: Eu gosto do seu sorriso..
Dulce: O que você vê no meu sorriso?
Pablo: Eu vejo muito mais do que uma boca perfeitamente desenhada e dentes lindos. Vejo nele sua alma. Vejo teu coração cheio de ternura, seus sonhos e sua felicidade. Volto ao dia em que te pedi em namoro, e você me respondeu com um sorriso. Nunca me esquecerei desse dia. Quero te perguntar algo agora.
Dulce: Você não existe... Você não tem idéia do quanto eu amo você. Meu sorriso é teu, e seu sorriso é meu. Mas, me diga. O que quer me perguntar?
Pablo: Casa comigo?

Dulce não respondeu, apenas sorriu. Aquele sorriso que significava um "sim, aceito passar toda minha vida contigo." e selou-lhe os lábios em um beijo mais ch eio de amor do que anterior, e muito menos carinhoso do que os próximos que haveriam de ter.

E olha quer saber? Quase todo dia eu penso em você, posso até tentar mas juro não consigo te esquecer. (…) Quanto mais te vejo, mais eu te desejo, mais eu reconheço que te quero bem, quanto mais te espero, mais sei que eu te quero, mas me desespero se você não vem, tá tudo errado amor sem ter você aqui, perto de mim.    - Me faz lembrar muitas coisas, “Outdoor” é a favorita entre as favoritas rs. -

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Diagnóstico errado!


À pedidos, estou continuando a narrativa, contando a estória de Peter e Marie, dois jovens descobrindo um primeiro amor inesquecível. Parte I aqui.

Não era possível. Eu apaixonada, por Peter? Ora bolas, ele era um garoto como qualquer um. Eu o vi chorar pela Martha, e brincávamos de jogar bola no meu quintal... Saí do consultório com uma idéia fixa: Esse diagnóstico está errado. É isso.
Mamãe permaneceu em silencio, o que foi confortável. Passamos em frente à sorveteria que costumávamos ir, Peter e eu. Paramos.

Eu: Mãe, só vou comprar um e já volto.
Mamãe: Tudo bem.

Entrei e quando olho para o lado vejo Peter conversando com Rodrigo e Guilherme. Dei um oi rápido e os sintomas novamente apareceram. Ó céus, não é possível, deve haver um medicamento para isso parar... Mas ao mesmo tempo eu não quero que pare. Perdida em meus pensamentos, congelei. E não foi por causa do sorvete. Ele me tocou.

Peter: Marie... Chocolate, flocos e creme, pela milésima segunda vez? - Percebi que ele dizia isto sorrindo.

Ele me olhava, eu sentia, mas hesitei em olhá-lo. Minhas bochechas ruborizaram.

Marie: Você sabe que esses são meus sabores favoritos. - Tentei não olhá-lo.
Peter: O que está havendo, Marie? - Ele segurou meu queixo com a ponta de seus dedos, fazendo-me olhá-lo. Entrei em transe. Aqueles olhos verdes, e aquele sorriso eram os vírus de minha doença, era a única explicação plausível para meus sintomas.
Marie: E-Eu... Nada. - Engasguei as palavras, seus olhos estavam presos nos meus, ou seria os meus que estavam presos nos dele? Então minha mãe buzinou. Saí do transe assustada. - Minha mãe está impaciente - Pronunciei as palavras procurando lugares para olhar, tinha que encontrar algúm lugar que não fosse os olhos de Peter. - Depois conversamos.

Então paguei o sorvete e saí apressada. Entrei no carro e seguimos para casa.

Narrado por Peter:

Ela estava diferente, fugia de mim. Poxa, será que Guilherme ou Rodrigo haviam contado algo à ela? Mas seus olhos claros, sua pele macia, seus lábios intocados ainda, sua inocencia e seu carinho, me deixavam louco. Porque ela estava me evitando? Porque ela não estava mais me encarando? Porque ela não aceitou mais jogar video game comigo? Porque ela não me deu tapas quando me viu? Porque eu gosto tanto dessa garota? Porque ela faz eu ter tanta vontade de ficar perto dela?

Guilherme: Vai ficar aí esperando o sorvete derreter? - Guilherme despertou meus pensamentos.

Continua? Deixe nos comentários sugestões de como eles devem se declarar, de como eles vão ficar no final, onde eles irão dar seus primeiros beijos... Ok? (:

domingo, 18 de julho de 2010

O que está acontecendo, doutor?


É como se não tivesse no meu lugar, é como se tivesse  deslocada.Como se todo meu quarto tivesse ao avesso, meu mundo de cabeça  pra baixo e eu ainda não tenha percebido, ou ainda não tenha conseguido  consertar. Eu vejo meus horários mudados, meus dias vagos, uma rotina  inconstante, e eu tenho que me lembrar, já faz 2 anos que toda a minha  rotina perfeita acabou, mas parece que foi ontem. Eu sigo em frente, mas  é como se tivesse sendo empurrada por alguém, para algum lugar que  estou pouco me importando de saber qual seja. Preciso de alguém que  segure meu rosto, me faça parar e me ordene que volte pro meu mundo,  volte a ser o que era e seja feliz. Preciso de alguém que me faça ter ao  menos alguma certeza na vida de que aquilo é o que eu quero. Eu preciso  disso, de certezas, cansei da minha vida nômade de inconstâncias,  cansei.
Eu estava sentada na fila do médico, quando a secretaria pediu para que eu entrasse. Segurei na mão de mamãe, e adentramos à sala branca.

Médico: Bom dia.
Mamãe e eu: Bom dia.
Médico: O que traz uma garota tão bonita e aparentemente tão saudável aqui?
Mamãe: Eu já imagino qual será o diagnóstico, porém ela insistiu tanto em visitá-lo para uma confirmação especializada, que a trouxe, para sossegar.
Eu: É que eu ando sentindo coisas estranhas.
Médico: Como o que por exemplo?
Eu: Sinto como se houvessem mariposas no meu estômago. Será isso um tipo de complicação intestinal? Meus olhos também parece se fixar nas minhas mãos. E a minha voz também falha... Eu me sinto tonta.. Não é bem uma tontura, mas minha cabeça parece girar. E meu coração. Acho que devo fazer um eletrocardiograma. Tenho taquicardias frequentemente.
Mamãe: Filha, diga para ele quando isso acontece ao doutor.
Eu: Sim.. Isto apenas acontece quando Peter está conosco, ou perto de mim. Será que ele é um virus ambulante? Porque isso acontece?
Médico: Tenho apenas um diagnóstico para isso. Creio que seja compatível ao de sua mãe. Você está apaixonada por Peter.

terça-feira, 6 de julho de 2010

i wanna you stay here with me.

Você me faz sorrir :)

Você me faz sorrir :)


Eu seria capaz de reconhecer-te entre milhares de pessoas, mesmo sem nunca ter te visto pessoalmente. Conseguiria decifrar teus pensamentos, pelo jeito em que tu escreve. Encontraria você pelo olhar sem nunca ter visto teus olhos. Sou capaz de me sentir feliz, apenas em imaginar teu sorriso.
Suas palavras me atingem como uma bomba, explodindo sentimentos não explorados antes de você. Seus olhos vêem em cheio nos meus antes de dormir. E isto eu sinto, por apenas ver-te através de fotos. Penso que se te visse em minha frente, não pregaria os olhos para dormir, e se dormisse, te encontraria em meus sonhos.
Queria poder cuidar de você, ou poder conversar por outros meios além do computador, para que teus pais não discutissem contigo. Queria poder te abraçar à cada "oi, tudo bem?". Adoraria ver suas expressões além de emoticons. Gostaria de ter a oportunidade de ouvir sua risada todas as vezes em que digo algo que lhe agrada, e não ter mais que me contentar com um "kkkkkk".
Eu te amo garoto, e isso não é virtual. Infelizmente, um monitor e alguns quilômetros me separam de meu sonho. E meu sonho, você sabe, é você.
PS: Esse texto é ficcional. Não sou apaixonada por ninguém virtual.

domingo, 4 de julho de 2010

Eu pedi você.


Ela estava sentada ao seu lado. Suas narinas passeavam pela cabeça da menina, sentindo o aroma que a mesma emanava. O doce perfume que sempre o deixara louco. O silencio estava prevalecendo. Então ele a perguntou:

Ele: Você acredita em estrelas cadentes?
Ela: Talvez... Você..?
Ele: Sim, de verdade.
Ela: O que te faz creer tanto assim?
Ele: Já fiz um pedido, e ele se realizou. - Disse sereno.
Ela: Qual? - O olhou, curiosa.
Ele: Eu pedi você.

domingo, 27 de junho de 2010

Porque você vive feliz?


Ela era a garota mais feliz que eu já havia conhecido. Sua felicidade era imensa que me causava náuseas. Adorava implicá-la, porém ela nunca se deixava derrubar. Sua pele era clara, pálida como um papel. Era magra, e possuía profundas olheiras, e ela não tratava de esconder, ou disfarçar. Ela era feliz, como ela era, do jeito que ela era. Ora! Como uma garota poderia ser feliz, daquele jeito? Aquilo me irritava.

Eu: Porque você é sempre tão feliz?
Ela: Sou feliz porque tenho a oportunidade de viver, e não vou viver amargurada, como você está vivendo.
Eu: Eu busco motivos, mê de um motivo de estar tão feliz? Ou melhor, me dê um motivo de estar feliz sempre. Isto é, se for capaz.
Ela: Tenho vários motivos. Eu posso respirar sem a ajuda de aparelhos, eu posso andar. Eu posso enxergar e falar. Eu posso viver. Eu tenho meus pais ao meu lado, e eu tenho amigos. Eu tenho Deus. Isto são motivos de felicidade. Agora você, me dê um motivo de viver amargurado?
Eu: Porque você repete tanto o verbo viver?
Ela: Porque viver é tudo o que eu posso neste momento... Você nunca entenderia. Mas ande, me dê seu motivo de viver amargurado.
Eu: Odeio o mundo. Meu pai está desempregado, minha mãe vive reclamando. Meu irmão é um atentado e isso são motivos suficientes para mim detestar viver. Porque eu não entenderia?
Ela: Você tem tudo, você tem tudo o que eu mais queria, e detesta viver... Seu pai, buscando vai conseguir um emprego. Sua mãe, deveria compreender a situação. Seu irmão é apenas uma criança, e isso o que você está vivendo não são motivos para você detestar viver.
Eu: O que você mais queria? Porque não são motivos?
Ela: Queria saúde, o que você e sua família tem de sobra, mas não a valorizam. Não são motivos. Eu tenho motivos para detestar a vida, mas sou feliz.
Eu: Ah, é mesmo? Saúde, grande bosta. Para que ter saúde se não temos dinheiro nem para o café? Você tem tudo garota, se toca. Ainda não entendi porque preza tanto viver.
Ela: Deveria agradecer pela saúde que possui. Poderia não ter nem saúde e nem o dinheiro para o café. Dinheiro não é tudo na vida, rapaz. Eu tenho leucemia, e há três anos não reajo mais aos tratamentos. Estou apenas esperando meu dia chegar, e a única coisa que me resta, é viver. Agora compreende?
Eu: Nunca pensei por este lado... Mas dinheiro vale sim! É, sinto muito...
Ela: Não precisa sentir nada além do tempo que está perdendo. - Sorriu - Vá até sua casa, passe para sua família uma lição de amor, diga que os ama. Isso vai melhorar o dia deles e dar força para continuarem. Valorize sua vida, e agradeça à Deus pela sua saúde. Se você algúm dia não estiver tão sadio, agradeça pelo tempo que teve sua saúde, e sua vida.

Fiz o que a garota me aconselhou. Hoje gostaria de fazer algumas perguntas à ela. Gostaria de perguntar, o porque de depois daquele dia os olhos fundos da menina não sairam de minha mente, e porque eu passei à admirar tanto a força e determinação da mesma. Gostaria de saber, como seu sorriso havia ficado em meus olhos, e como ela conseguia me causar a vontade de ser melhor a cada dia. Mas agora, não posso lhe perguntar mais nada, pois infelizmente, ela não está mais aqui entre nós. Annelize morreu, e não está mais aqui para ajudar-me.

terça-feira, 22 de junho de 2010

PROCURA-SE!


FLUORESCENT  ADOLESCENT
Procura-se pelo cara que me faça rir quando eu quero chorar. O cara que me levante quando estou caída, que me beije de surpresa no meio de uma briga. Procura-se pelo cara que não sinta vergonha de estar ao meu lado, mesmo quando faço algo errado. Procura-se pelo cara que me ame mais ainda, quando eu digo o odiar. Que não me chame de amor, mas que me trate como se eu pudesse me quebrar. Procura-se pelo cara, que eu possa simplesmente amar.

domingo, 30 de maio de 2010

Sabe o que importa para mim em meu blog? Não são a quantidade de comentários, nem o número de seguidores. Não é o layout super transado, ou naquele monte de coisinha piscando do lado. Para mim, o que importa é a emoção que minhas palavras podem transmitir à quem está lendo, é a magia da leitora se imaginar dentro das minhas estórias antes de dormir. É a alegria de um recado no orkut dizendo: Olha, sonhei me imaginando nas entrelinhas de seu texto. Mas o mais importante. É o amor com que eu escrevo. É para vocês, leitoras, isso é de vocês. s2


Olhe para as estrelas, e vejam como elas brilham para você.