Ela nunca tivera o apoio de seus pais. Sua vida sempre fora cercada de despedidas. Então ele aparece, em uma esquina. Um café derramado, um livro manchado, um sueter encharcado e olhares trocados. Isto fora o suficiente para ambos se atraírem. Ela não sabia o que a vida lhe esperava. Ela estava atordoada, chorou de raiva ao ver o rapaz, como e um manancial de lágrimas estivesse a espera de um pequeno motivo para ser rompido. Ele subtamente a abraçou. Eram 5:03 da madrugada. Cheirou o cabelo da garota, por Deus, como aquele cheiro o enfeitiçou! Ela precisava se acalmar. Ele decidiu a levar para um de seus lugares favoritos. Ele não sabia porque, mas precisava protegê-la.
- Quer fugir? - Questionou.
- Agora, por favor! - Concordou sem hesitar.
Ele segurou a mão da garota, e correndo foi sem rumo, pelas ruas vazias. Ela o acompanhou sem fôlego. Chegaram à um vilarejo abandonado. As casas altas, fortes, porém sem nenhum sinal de moradia. Eles adentraram um dos sobrados abertos, subiram as escadas e chegaram ao telhado. Ela escorregou, ele a segurou. Ela sorriu, e esse sorriso fez com que o mundo do rapaz parasse.
- Tudo bem? - Perguntou preocupado.
- Sem problemas.. - Respondeu tímida.
Depois de algum tempo, eles estavam deitados naquele telhado empoeirado. Em silêncio. Ela estava se sentindo totalmente bem, observando as estrelas e os primeiros pequenos raios de sol surgindo.
- Porque você chorou? - Ele perguntou.
- Tenho direito de ficar sem responder?
- Não... - A colocou contra a parede.
- Não preciso dar satisfações para um desconhecido.
- Te trago para meu lugar favorito, que é sagrado, e você me diz que sou um desconhecido?
- Não pedi para que me trouxesse aqui. - Respondeu, indiferente. Porém seu interior dizia que aquilo foi a melhor coisa que haviam feito por ela nos ultimos meses. - E isso não faz com que você deixe de ser um desconhecido! Por Deus, mal sei seu nome. Você nunca iria entender meus motivos. E tem mais...
Ela não conseguiu terminar a frase. O garoto simplesmente a beijou. Sem explicações, sem argumentos, sem porquês. A beijou. Fora o melhor beijo de ambos. A garota sentia vontade de continuar, mas sua razão gritava para que ela parasse. Ela o fez. Encerrou o beijo com um tapa na cara do rapaz.
- Qual é? - Disse ele, sem compreender.
Ela não se prestou a responder, apenas deu as costas à ele, correndo. Ele foi atrás da garota. Desceu as escadas, e se virou para ele, preparada para o adeus, que apesar de tudo, já estava acostumada, quando ele apenas, com os olhos marejados diz:
- Não quero te deixar sozinha. É tão difícil pra você?
"Gente, desculpem -me pelo tamanho do texto.. Acontece que fui escrevendo e não consegui resumir.. Espero que tenham gostado, beijos s2
Mostrando postagens com marcador garotos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador garotos. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Eu quis..

Eu quis te odiar. Eu quis evitar, é sério, eu quis. Eu não queria te ver passar e ter que conter essa vontade louca de te abraçar. Eu quis não gostar tanto do seu sorriso, e quis também esquecer o cheiro do seu cabelo. Eu quis esquecer seus olhos, e quis não te ver nunca mais. Eu quis, fingir nem te notar. Quis não me aproximar, eu quis não te machucar... Eu quis, mas não pude evitar!
sábado, 7 de agosto de 2010
This girl, is you.

Ela usa saias, eu uso shorts.
Ela usa maquiagens, eu prefiro apenas lápis.
Ela sempre tem as palavras certas pra te magoar, eu só posso te abraçar quando isso acontece.
Ela tem dinheiro, eu tenho humor.
Ela tem carro importado, eu só possuo meu par de tênis.
Ela te faz rir com os ursinhos falantes importados que possue, eu rio contigo das coisas mais inúteis existentes.
Ela te vê com os olhos do corpo, eu vejo dentro da sua alma.
Ela vê apenas o cara mais lindo do colégio, eu vejo o seu caráter.
Ela e eu, somos duas pessoas totalmente diferentes.
Ela gosta da sua beleza, e do status que dá à ela. Eu amo você, e amo os chocolates embaixo da chuva, e as intermináveis guerras de travesseiro.
Ela encontra um cara melhor que você.
Você vem magoado, falar comigo.
Eu te digo que você irá encontrar uma garota que te ame pelo que é, não pelo que tem.
E você apenas diz: "Acho que já encontrei, e essa garota, é você".
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Existe alguém a te amar.
"Eu sei de tudo sobre você, gravei em minha mente a intensidão de seu olhar, viajaria sem medo em seu interior com a única intensão de saber um pouco mais sobre você. É em seu olhar que me perco, e é nele mesmo que me encontro. Fico sem palavras quando estou perto de você, me embaraço ao falar e em meu estômago, as borboletas ficam a voar. E a única coisa que você me diz, é que nunca irá se apaixonar, sem ao menos saber que existe alguém a te amar..."
domingo, 25 de julho de 2010
Seu sorriso, é meu.
Pablo: Eu gosto do seu sorriso..
Dulce: O que você vê no meu sorriso?
Pablo: Eu vejo muito mais do que uma boca perfeitamente desenhada e dentes lindos. Vejo nele sua alma. Vejo teu coração cheio de ternura, seus sonhos e sua felicidade. Volto ao dia em que te pedi em namoro, e você me respondeu com um sorriso. Nunca me esquecerei desse dia. Quero te perguntar algo agora.
Dulce: Você não existe... Você não tem idéia do quanto eu amo você. Meu sorriso é teu, e seu sorriso é meu. Mas, me diga. O que quer me perguntar?
Pablo: Casa comigo?
Dulce não respondeu, apenas sorriu. Aquele sorriso que significava um "sim, aceito passar toda minha vida contigo." e selou-lhe os lábios em um beijo mais ch eio de amor do que anterior, e muito menos carinhoso do que os próximos que haveriam de ter.
Dulce: O que você vê no meu sorriso?
Pablo: Eu vejo muito mais do que uma boca perfeitamente desenhada e dentes lindos. Vejo nele sua alma. Vejo teu coração cheio de ternura, seus sonhos e sua felicidade. Volto ao dia em que te pedi em namoro, e você me respondeu com um sorriso. Nunca me esquecerei desse dia. Quero te perguntar algo agora.
Dulce: Você não existe... Você não tem idéia do quanto eu amo você. Meu sorriso é teu, e seu sorriso é meu. Mas, me diga. O que quer me perguntar?
Pablo: Casa comigo?
Dulce não respondeu, apenas sorriu. Aquele sorriso que significava um "sim, aceito passar toda minha vida contigo." e selou-lhe os lábios em um beijo mais ch eio de amor do que anterior, e muito menos carinhoso do que os próximos que haveriam de ter.

quinta-feira, 22 de julho de 2010
Qual é o seu segredo? Do que você tem medo?
A garota estava se sentindo mal. O que ela mais temia havia acontecido. Estava sozinha, sentada no último banco à margem esquerda do lago da cidade. Era o seu lugar favorito. Seu pensamento estava tão longe, e ao mesmo tempo perto demais... Estava focado em Gabriel, seu melhor amigo. O garoto que a fez conhecer as maravilhas de uma amizade, e que estava fazendo-a conhecer os prazeres e sofrimentos de um primeiro amor. Há dois dias, recebera a pior notícia que Gabriel poderia ter lhe dado: Estava apaixonado. Porém ela preferiu correr, ignorando a possibilidade de saber quem era a sortuda.
Jennie foi dispersa pela voz do único garoto que vinha fazendo-a sentir calafríos.
Gabe: Um sorvete pelos teus pensamentos. - Disse, sentando-se ao seu lado.
Jennie: Nem uma sorveteria inteira. - Respondeu-lhe sem o olhar.
Gabe: Porque tem sido tão difícil falar contigo? - Indagou.
Jennie: Você torna difícil pra mim.
Gabe: Tem a ver com o segredo?
Jennie: Sim... Eu tenho medo, Gabe. - Ela o olhou nos olhos. Lágrimas estavam prontas para serem despencadas.
Gabe: Qual é o seu segredo? Do que você tem medo?
Jennie: Tenho medo de me apaixonar... - Sua voz saiu como um sussurro.
Gabe: E qual é o seu segredo?
Jennie: Eu me apaixonei... - Uma lágrima escorreu. - Por você... - Ela logo tratou de secá-la. - Não precisa dizer que não há como..
Jennie foi interrompida.
Gabe: A garota que eu disse-lhe que estava apaixonado...
Jennie: O que? Eu revelo meu maior segredo à você e você ignora? Vem me dizer da garota por quem está apaixoando? Eu não quero a conhecer! - Se levantou do banco, dando-lhe as costas.
Gabe: Mas você a conhece, como niguém! - Gabe a segurou pelo braço. Fez a olhar no fundo de seus olhos, e mergulhou sem medo no mar esver
deado dos olhos da garota. - Essa garota, a que eu me apaixonei, é você, Jennie.
Ele a abraçou com força, ela retribuiu à altura e eles selaram aquele amor, até então, secreto.
Jennie foi dispersa pela voz do único garoto que vinha fazendo-a sentir calafríos.
Gabe: Um sorvete pelos teus pensamentos. - Disse, sentando-se ao seu lado.
Jennie: Nem uma sorveteria inteira. - Respondeu-lhe sem o olhar.
Gabe: Porque tem sido tão difícil falar contigo? - Indagou.
Jennie: Você torna difícil pra mim.
Gabe: Tem a ver com o segredo?
Jennie: Sim... Eu tenho medo, Gabe. - Ela o olhou nos olhos. Lágrimas estavam prontas para serem despencadas.
Gabe: Qual é o seu segredo? Do que você tem medo?
Jennie: Tenho medo de me apaixonar... - Sua voz saiu como um sussurro.
Gabe: E qual é o seu segredo?
Jennie: Eu me apaixonei... - Uma lágrima escorreu. - Por você... - Ela logo tratou de secá-la. - Não precisa dizer que não há como..
Jennie foi interrompida.
Gabe: A garota que eu disse-lhe que estava apaixonado...
Jennie: O que? Eu revelo meu maior segredo à você e você ignora? Vem me dizer da garota por quem está apaixoando? Eu não quero a conhecer! - Se levantou do banco, dando-lhe as costas.
Gabe: Mas você a conhece, como niguém! - Gabe a segurou pelo braço. Fez a olhar no fundo de seus olhos, e mergulhou sem medo no mar esver
deado dos olhos da garota. - Essa garota, a que eu me apaixonei, é você, Jennie.Ele a abraçou com força, ela retribuiu à altura e eles selaram aquele amor, até então, secreto.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Diagnóstico errado!
À pedidos, estou continuando a narrativa, contando a estória de Peter e Marie, dois jovens descobrindo um primeiro amor inesquecível. Parte I aqui.
Não era possível. Eu apaixonada, por Peter? Ora bolas, ele era um garoto como qualquer um. Eu o vi chorar pela Martha, e brincávamos de jogar bola no meu quintal... Saí do consultório com uma idéia fixa: Esse diagnóstico está errado. É isso.Mamãe permaneceu em silencio, o que foi confortável. Passamos em frente à sorveteria que costumávamos ir, Peter e eu. Paramos.
Eu: Mãe, só vou comprar um e já volto.
Mamãe: Tudo bem.
Entrei e quando olho para o lado vejo Peter conversando com Rodrigo e Guilherme. Dei um oi rápido e os sintomas novamente apareceram. Ó céus, não é possível, deve haver um medicamento para isso parar... Mas ao mesmo tempo eu não quero que pare. Perdida em meus pensamentos, congelei. E não foi por causa do sorvete. Ele me tocou.
Peter: Marie... Chocolate, flocos e creme, pela milésima segunda vez? - Percebi que ele dizia isto sorrindo.
Ele me olhava, eu sentia, mas hesitei em olhá-lo. Minhas bochechas ruborizaram.
Marie: Você sabe que esses são meus sabores favoritos. - Tentei não olhá-lo.
Peter: O que está havendo, Marie? - Ele segurou meu queixo com a ponta de seus dedos, fazendo-me olhá-lo. Entrei em transe. Aqueles olhos verdes, e aquele sorriso eram os vírus de minha doença, era a única explicação plausível para meus sintomas.
Marie: E-Eu... Nada. - Engasguei as palavras, seus olhos estavam presos nos meus, ou seria os meus que estavam presos nos dele? Então minha mãe buzinou. Saí do transe assustada. - Minha mãe está impaciente - Pronunciei as palavras procurando lugares para olhar, tinha que encontrar algúm lugar que não fosse os olhos de Peter. - Depois conversamos.
Então paguei o sorvete e saí apressada. Entrei no carro e seguimos para casa.
Narrado por Peter:
Ela estava diferente, fugia de mim. Poxa, será que Guilherme ou Rodrigo haviam contado algo à ela? Mas seus olhos claros, sua pele macia, seus lábios intocados ainda, sua inocencia e seu carinho, me deixavam louco. Porque ela estava me evitando? Porque ela não estava mais me encarando? Porque ela não aceitou mais jogar video game comigo? Porque ela não me deu tapas quando me viu? Porque eu gosto tanto dessa garota? Porque ela faz eu ter tanta vontade de ficar perto dela?
Guilherme: Vai ficar aí esperando o sorvete derreter? - Guilherme despertou meus pensamentos.
Continua? Deixe nos comentários sugestões de como eles devem se declarar, de como eles vão ficar no final, onde eles irão dar seus primeiros beijos... Ok? (:
domingo, 18 de julho de 2010
O que está acontecendo, doutor?



Médico: Bom dia.
Mamãe e eu: Bom dia.
Médico: O que traz uma garota tão bonita e aparentemente tão saudável aqui?
Mamãe: Eu já imagino qual será o diagnóstico, porém ela insistiu tanto em visitá-lo para uma confirmação especializada, que a trouxe, para sossegar.
Eu: É que eu ando sentindo coisas estranhas.
Médico: Como o que por exemplo?
Eu: Sinto como se houvessem mariposas no meu estômago. Será isso um tipo de complicação intestinal? Meus olhos também parece se fixar nas minhas mãos. E a minha voz também falha... Eu me sinto tonta.. Não é bem uma tontura, mas minha cabeça parece girar. E meu coração. Acho que devo fazer um eletrocardiograma. Tenho taquicardias frequentemente.
Mamãe: Filha, diga para ele quando isso acontece ao doutor.
Eu: Sim.. Isto apenas acontece quando Peter está conosco, ou perto de mim. Será que ele é um virus ambulante? Porque isso acontece?
Médico: Tenho apenas um diagnóstico para isso. Creio que seja compatível ao de sua mãe. Você está apaixonada por Peter.
Marcadores:
amor,
garotos,
platônico,
sentimentos,
ternura
terça-feira, 6 de julho de 2010
i wanna you stay here with me.

Você me faz sorrir :)
Eu seria capaz de reconhecer-te entre milhares de pessoas, mesmo sem nunca ter te visto pessoalmente. Conseguiria decifrar teus pensamentos, pelo jeito em que tu escreve. Encontraria você pelo olhar sem nunca ter visto teus olhos. Sou capaz de me sentir feliz, apenas em imaginar teu sorriso.
Suas palavras me atingem como uma bomba, explodindo sentimentos não explorados antes de você. Seus olhos vêem em cheio nos meus antes de dormir. E isto eu sinto, por apenas ver-te através de fotos. Penso que se te visse em minha frente, não pregaria os olhos para dormir, e se dormisse, te encontraria em meus sonhos.
Queria poder cuidar de você, ou poder conversar por outros meios além do computador, para que teus pais não discutissem contigo. Queria poder te abraçar à cada "oi, tudo bem?". Adoraria ver suas expressões além de emoticons. Gostaria de ter a oportunidade de ouvir sua risada todas as vezes em que digo algo que lhe agrada, e não ter mais que me contentar com um "kkkkkk".
Eu te amo garoto, e isso não é virtual. Infelizmente, um monitor e alguns quilômetros me separam de meu sonho. E meu sonho, você sabe, é você.
PS: Esse texto é ficcional. Não sou apaixonada por ninguém virtual.
domingo, 4 de julho de 2010
Eu pedi você.

Ela estava sentada ao seu lado. Suas narinas passeavam pela cabeça da menina, sentindo o aroma que a mesma emanava. O doce perfume que sempre o deixara louco. O silencio estava prevalecendo. Então ele a perguntou:
Ele: Você acredita em estrelas cadentes?
Ela: Talvez... Você..?
Ele: Sim, de verdade.
Ela: O que te faz creer tanto assim?
Ele: Já fiz um pedido, e ele se realizou. - Disse sereno.
Ela: Qual? - O olhou, curiosa.
Ele: Eu pedi você.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Hey garoto!





Não fique assustado, se ela te chamar para conversar, e ficar calada, simplesmente te olhando.
Abrace-a, quando ela tremer, e começar a olhar constantemente para suas mãos.
Convide-a para sentar perto de ti, mesmo quando estiver em frente aos seus amigos.
Converse com ela, nem que seja com o olhar.
Sorria, ela adora seu sorriso.
Seja você mesmo, ela adora o jeito com que lida com ela.
E a ame, a ame sem medidas, porque o amor dela, é reciproco.
Assinar:
Postagens (Atom)

